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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

La La Land, aos sonhadores.


Eu sou completamente viciada em cinema, assisto qualquer coisa e quando La La Land surgiu com toda a critica aos seus pés, com Ryan Gosling e Emma Stones nos papeis principais sai correndo pro cinema e o que eu vi foi além das minhas expectativas. Eu li em algum lugar que La La Land é um tributo aos sonhadores e eu não poderia achar uma definição melhor. 

Assim que o filme começa com um número musical em um engarrafamento já se pode sentir a que Damien Chazelle veio, ao fim dessa cena Mia e Sebastian, nossos protagonistas, nos são apresentados, Mia é uma aspirante a atriz e Sebastian um pianista que quer salvar o jazz. Eles não tem um bom primeiro encontro, nem segundo, mas no terceiro as coisas começam a melhorar. No decorrer do filme a relação dos dois se desenvolve e ficam cada vez mais perto de realizar seus sonhos, a cada cena fica mais difícil não torcer por esses dois.




Uma das partes mais importantes do filme é a trilha sonora, uma vez que o filme é um musical, acredite ao menos uma música ficara na sua cabeça. No meu caso na segunda vez que fui ao cinema assistir ao filme já cantarolava a trilha sonora completa. No filme existem mais de uma cena onde o piano é quase uma personagem e por incrível que pareça Ryan não possui duble em nenhuma cena que parece tocando piano, o que é surpreendente levando em conta que ele aprendeu a tocar para o filme.





Com a grandiosa Los Angeles de fundo nossos protagonistas nos mostram que sonhar não é uma tarefa fácil, mas que se houver obstinação nada é impossível e isso é algo que todos devemos levar para a vida, não é? Afinal somos todos sonhadores.  





Damien Chazelle  também escreveu Whiplash, filme esse que esteve presente em boa parte da temporada de prêmios no ano de seu lançamentoHá rumores que La La Land estava pronto antes de Whiplash, porém ninguém queria produzi-lo sem alguma alteração, então Chazelle decidiu engavetar o roteiro e sou grata por isso, imagina se o Sebastian fosse um aspirante a astro do rock, ou tudo se passasse e Nova York?




Enfim, se já assistiu o filme me conta o que achou e se ainda não assistiu corre que ainda dá tempo (eu acho). Abaixo todas as músicas da trilha sonora, porque ela merece ser enaltecida. 




Espero que tenham gostado. Beijos de luz.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

[Resenha] À Procura de Audrey.




Esse livro que eu comprei basicamente pela fonte usada (sim eu dou muita importância pra fonte), mas quando eu o peguei para ler mês passado, eu percebi mais uma vez que a minha obsessão por fontes nunca que decepciona.

  • Título: À Procura de Audrey
  • Autor: Sophie Kinsella
  • Editora: Galera
  • Número de páginas: 334
  • Nota: quatro estrelas e meia




Sinopse: Temos como personagem principal Audrey, uma menina que passa seus dias em casa, sempre na companhia do seu par de óculos escuros. De início não sabemos o que aconteceu com ela, mas sabemos que algo de muito traumático aconteceu com ela, fazendo com que ela não consiga fazer contato visual com outras pessoas além do seu irmão caçula e entrar em pânico sempre que alguém que não seja da sua família ou sua psicóloga se aproxime dela, mas as coisas começam a clarear quando Linus, amigo do irmão mais velho dela, começa a frequentar a casa dela e se aproximar da mesma e a ajudando a superar.



Minha opinião:
 No primeiro momento eu achei a história bem genética, quero dizer, a história de uma menina que sofreu um grande trauma e vem tentando superar-lo, mas aos poucos ele foi se diferenciando dos outros e mostrando o algo a mais, o como é difícil lidar com os nossos gráficos, como é impossível viver apenas em uma "montanha russa que vai apenas para cima", como Gus diz em A Culpa é das Estrelas, para quem sofreu algum trauma como a protagonista Audrey, ou mesmo quem não sofreu. 









Espero que tenham gostado da resenha e quem ainda não leu o livro, eu super recomendo.

Beijos de luz.




quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[Resenha] A Garota Americana.



Preciso confessar basicamente comprei esse livro apenas porque é escrito pela Meg (corações infinitos), mas a historia é ótima, a minha leitura fluiu tão bem que do nada o livro tinha acabado.
  • Título: A Garota Americana 
  • Autor:A Meg Cabot
  • Editora: Record
  • Número de páginas: 288
  • Nota: quatro estrelas 

Sinopse: O livro traz como protagonista Sam, uma adolescente como qualquer outra, que cursa o primeiro ano do ensino médio, filha do meio de três irmãs, a mais velha é líder de torcida e superpopular, a mais nova é um prodígio, e ela tem uma paixão platônica, tem que lidar com garotas que fazem o estilo Regina George e todas as inquietações de ser adolescente, mas se você analisar melhor ela não e tão comum assim, ela é ruiva, tingiu todas as roupas do seu armário de preto para simbolizar o seu luto pela situação atual do mundo, ela é uma artista plástica e salvou a vida do presidente dos Estados Unidos, e isso muda toda a vida dela em um piscar de olhos.




Minha opinião: Eu imediatamente me identifiquei pela Sam, completamente, primeiro ela é cheia de frescura para comer, assim como eu, o amor platônico dela, também seria meu amor platônico, se bem que as circunstancias ali são meio estranhas... (estou tentando deixar sem spoilers), tem sua cantora favorita que é sua inspiração na vida, tem suas listas de dez coisas e ela se sente um pouco oprimida pela escola entre outras coisas, e quando eu notei eu era a Sam. Não literalmente, mas eu estava tão dentro do livro, que eu era a Sam. Houveram momentos em que eu não fiquei um pouco irritada, e alguns diálogos que eu achei desnecessários, mas no geral a essência do livro é boa, não é o tipo de livro que vai ganhar o Novel de literatura, mas e um bom livro. Alem de tudo esse livro me fez lembrar do porque eu amo tanto a Meg.


As fotos são da minha amiga Mariana Machado do blog Pretendíamos Ser Normais, porque o meu exemplar é vira-vira e as fotos não ficariam tão legais. Enfim, espero que tenham gostado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Jumpers for Goalposts.




Esse ano o Edinho realizou um feito e tanto, lotou, não uma, não duas, mas três noites na lendária arena Wembley, sonho de qualquer cantar inglês e ate de alguns gringos. Ele foi o primeiro cantor a se apresentar sozinho, sem banda, nem nada. Eu fiquei imensamente contente e orgulhosa desse ruivinho, mas só Deus sabe como eu adoraria estar lá, em qualquer uma dessas três noites. E graças a genialidade do menino Ed eu meio que pude sentir a emoção de estar lá, com o documentário Jumpers for Goalposts produzido por ele, que eu, obviamente corri pra assistir.

O documentário começa com o Ed pequeno (foi impossível para mim não lembrar do Montage of Heck, que começava de uma maneira parecida, que também teve resenha aqui.) em vídeos caseiros, até a sua adolescência, até que mostrou um vídeo bem famoso dele quando devia ter uns 14 anos em uma praça, tocando violão confesso que nesse momento comecei a chorar, depois temos a equipe dele falando sobre ele e o Edinho aparece em sua cama acordando no dia em que faria o primeiro show na arena, com o radio anunciado o que aconteceria naquela noite, depois temos gatos, e o Ed de camiseta branca (ok, eu sei que isso é meio desnecessário, mas eu amo tanto o Ed de branco!). Isso se repetiu mais duas vezes durante o filme, pois o filme o mostrou acordando nos três dias em que ele tocaria na arena.


O filme conta com muitos depoimentos tanto de fãs como de pessoas que fazem parte da equipe dele e de cantores renomados como Sir Elton John que por acaso cantou com ele também, e não poupou elogios ao nosso ruivinho, eles cantaram aquela música do filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” que todo mundo já ouviu pelo menos uma vez na vida.
A primeira música que ele cantou ou pelo menos que você mostrado no filme foi One, e eu comecei a cantar na sala de cinema. Ele cantou vários sucessos tanto no Multiply quanto de Plus, amo todas as musicas dele, mas fiquei um pouquinho triste porque ele não cantou Give me Love que é a minha favorita da vida toda.
Uma coisa que eu achei muito legal no documentário e que em vários momentos cortavam para o público e víamos fãs loucas, gritando, chorando, casais abraçados e muitos, muitos pedidos de casamento. A cada música eu tentava adivinha qual seria a próxima assim como eu faço shows e isso é maravilhoso porque eu realmente me senti como se tivesse lá, mesmo que eu não estivesse apertada como eles.[risos] Enfim eu amei o documentário, espero muito que saia em DVD porque eu quero muito comprar e se não sair em DVD eu acho que eu terei que baixar ilegalmente (brincadeira, não me prendam policiais federais.)


E por fim houve um momento em que Ed fala que isso tinha sido o pedido dele e seu ultimo aniversario, tocar em Wembley, e foi muito lindo, não no sentido estético, mas no sentido emocional da coisa, foi lindo de ver a expressão dele ao dizer e isso. 

Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

[Resenha] Apenas um dia.




Esse é o terceiro livro da Gayle e que leio, e ao contrario de muitas pessoas eu gostei. Então por recomendação de uma amiga comprei  o livro, demorei um pouco pra ler porque larguei ele por alguns dias, mas acabei voltando para ele, e não me arrependi.

  • Título: Apenas um dia
  • Autor:  Gayle Forman
  • Editora: Novo Conceito
  • Número de páginas: 382
  • Nota: três estrelas e meia.




Sinopse: O livro começa com uma jovem, Allyson, viajando pela Europa após seu ultimo ano escolar, porem na Inglaterra enquanto espera para assistir uma peça de Shakespeare ela conhece Willen que a convida para assistir uma peça em que esta atuando, e adivinhem quem é o autor da peça. Shakespeare, ele se mantém muito presente no livro todo, como se fosse um dos próprios personagens. Allyson vai assistir à peça e se encanta por Willen, mas volta para o hotel sem trocar nem ao menos uma palavra com o rapaz, porem no dia seguinte no trem que pega  para passar seu ultimo dia na Europa em Londres encontra Willen novamente e após confessar que Paris fora contada de seu roteiro, mas que desejava ir a cidade ele a convida para passar um dia na capital francesa ao seu lado. Mesmo com todos os alertas em sua cabeça Allyson aceita e coisas incríveis acontecem nesse dia, mas amanhece e tudo desaparece e o sonho se transforma em algo muito próximo de um pesadelo.

Há uma passagem de tempo (uma ano), Allyson volta para casa, ingressa na faculdade de medicina, mas aquele dia continua povoando seus pensamentos, mesmo que ela faça tudo para esquecer. Isola-se em seu quarto no dormitório e se recusa a atender ao telefone, suas notas despencam. Até que em dia após conversar com uma orientadora da faculdade ela decide entrar em uma aula dedicada a Shakespeare e começa a se abrir e perceber que talvez aquele dia tenha sido sim um sonho e com a ajuda de alguns amigos descobre que talvez ela devesse voltar a cidade luz.





Minha opinião: Eu gostei do livro, o desfecho dele foi bem escolhido, com aquele gostinho de “quero a continuação” (que já foi publicada), porém eu odiei o meio, foi nesse ponto que eu o larguei, ele trouxe uma áurea de depressão terrível e ficava se arrastado, arrastando... No fim deu tudo certo a trama voltou a me cativar. Os grandes responsáveis para a trama de me cativar novamente foram os personagens secundários, que são muitos! Não que os protagonistas sejam rasos ou algo do tipo, mas o enredo me deu a impressão que se só houvesse os personagens principais  o livro seria um marasmo sem fim.


Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

The Duff




Eu tenho uma paixão, e ela se chama: filmes de colegial. Sim, isso tudo começou com High School Musical e dura até hoje. Foi graças a essa paixão que eu assisti ao filme "The Duff" que eu me apaixonei totalmente. Assim que eu fiquei sabendo desse filme contei os dias para o lançamento, até que ele chegou e eu assisti! E supriu as minhas expectativas. 




O filme conta a história de Bianca, ela tem suas duas melhores amigas, e não desgruda delas, como qualquer outra adolescente, ela até tem um crush! Até que em uma festa que só é convidada por causa de suas amigas lhe dizem que ela é a Duff do grupo, a sigla em português seria algo como "amiga feia e gorda" ela logo se revolta e começa a perceber os sinais que antes ela ignorava. Quando ela percebe que aquilo realmente é verdade se revolta e decide mudar as coisas, com a ajuda do seu vizinho gato ela quer deixar de ser a Duff. No filme temos direito até a garota malvada que quer seu próprio reality show, memes na internet.  






O filme pode parecer bem clichê, com toda essa história de colegial junto com meninas consideradas feias por todos, rótulos e afins, porém esse se diferencia no final. Depois do filme todo mostrando Bianca tendo sua metamorfose de largada para borboleta ela decide ficar como largara, ela percebe que isso não é realmente relevante, talvez no ensino médio seja, mas a vida não é igual ao ensino médio. Ela decide aceitar-se da maneira que ela é, e ser feliz com isso. É uma ótima comédia com a garota ficando com o garoto, mas não que ela esperava. Ok isso pode ser clichê, a real é que o filme é clichê, mas sem ser clichê, não tem logica nenhuma, eu sei, mas é isso, então assistam.






Espero que tenham gostado.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Montage of Heck, definitivo.




E lá estava eu, sentada na poltrona C3, de uma sala de cinema, e os trailers haviam acabado, o que significava apenas uma coisa: o filme iria começar. Eu esperei ansiosamente pelo dia em que o documentário "Cobain: Montage of Heck" estreitaria, por dois motivos: a) seria no meu aniversário de 16 e b) era o documentário sobre a vida do meu mozão Kurt Cobain. Eu já sabia que eu iria chorar muito, mas isso não é muito relevante (eu chorei do começo ao fim, literalmente). 


O documentário começa com imagens de Kurt em algum de seus shows e com uma peruca loira longa, mas após o fim dessas cenas o nome do documentário "Cobain: Montage of Heck" aparece e começamos a assistir a uma sequência de vídeos e imagens em ordem cronológica, acompanhado de comentários das pessoas que mais foram presentes em determinado momento da vida de Kurt. Podemos ver ele desde criança descobrindo o que era uma guitarra até ele brincando com sua filha Frances, quando ela ainda era um bebê. E o maus importante, o documentário não retrata a morte do cantor. O que eu achei muito digno. Porque era um documentário "definitivo", como alguns disseram, sobre como viveu o líder do Nirvana, Kurt Cobain, não sua morte, que até hoje é muito confusa. Foi dito ao mundo que ele se matou, porém eu não acredito nessa versão, para mim ele foi assassinado por usa certa vadia loira. Mas isso é apenas no que eu acredito. 

De qualquer maneira o documentário "Montage of Heck
" se diferenciou dos tantos outros que visava a vida de Kurt, em momentos bem simples, como o fato de contar toda a sua trajetória, ou os anseios que ele sofreu na adolescência, os problemas com os familiares, e para contar essas partes da história dele foram usadas ilustrações para preencher as lacunas. Ilustrações! Eu achei genial. E mais o enorme acervo de vídeos caseiros feitos pelo próprio Kurt. 

Sobre os comentários de seus familiares e amigos próximos, o que mais me surpreendeu foi a aparição se Donald, pai de Kurt, eu não me lembro de tê-lo visto falar sobre seus filhos tão abertamente assim antes, e acreditem eu vi todo relacionado ao Kurt que a internet me possibilitou.



Eu pessoalmente fiquei muito satisfeita com o documentário, em todos os pontos, e recomendo que assistam, independente de conhecer-lo ou não. Espero que tenham gostado.



sexta-feira, 5 de junho de 2015

[Resenha] Onde Deixarei Meu Coração





  • Título: Onde Deixarei Meu Coração
  • Autor: Sarra Manning
  • Editora: Galera Record
  • Número de páginas: 334
  • Nota: cinco estrelas

Antes de qualquer coisa é preciso ser dito que esse livro sem a menor sombra de dúvida fará parte da minha vida para sempre, me vejo relendo este livro aos trinta anos pela enésima vez.





Sinopse: O livro conta a história de Bea, uma adolescente que vive dentro das margens, se houvesse um prêmio de filha mais obediente, ela ganharia. Sua mãe engravidou dela aos 17 anos, mesma idade que ela tem atualmente, e seu pai, um francês desconhecido, fugiu assim de soube da gravidez, desde então Bea foi criada pela mãe e pelas avós e possui uma obsessão por tudo que tenha a mais remota ligação com a França. Além disso tudo sua melhor amiga a trocou por Ruby, a garota mais popular da escola, que do nada parece ter criado um certo interesse por Bea. No que isso tudo vai dar? Em uma estação de trem em plena Europa sem destino certo e as coisas começam a ficar animada!



Minha opinião: A história de Bia me lembra muito a metáfora de Cinderela, mas ao invés de uma fada madrinha, temos as circunstâncias, ao invés de um baile temos uma viagem, e ao invés de sapatinhos de cristal temos um corte de cabelo. Temos um príncipe encantado também, mas ele não é tão importante assim, e temos a parte depois de "felizes para sempre" e o foco principal é o autoconhecimento da personagem principal. Ao decorrer do livro, com todas as descobertas que faz, e todas as experiências que vive, ela acaba saindo da concha mostrando ao mundo o quão incrível ela pode ser.




P.S.. No livro alguns personagens dão a entender que não é "cool" comprar roupas na Primark, e só pra deixar claro eu já comprei rouba lá e não tem nada demais, é uma loja incrível! Com roupas baratas e lindas. Se eu pudesse (e morasse na Inglaterra) só compraria lá. 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Ligados pelo Amor





O enredo narra a história de três integrantes de uma mesma família, o pai, Willian, e seu dois filhos, Samantha e Rusty. Willian é um escritor renomado, e desde cedo incentivou seus filhos a escrever também, e de fato eles escrevem, e muito. O filme começa com pai e filho preparando o jantar de Ação de Graças e a espera da chegada de Sam, pois ela esta na faculdade. Ao som de “Home” de Edward Sharpe & The Magnetic Zeros. 








Willian é divorciado da mãe deles, Erica. E apesar de ser um escritor muito conhecido no ramo, não escreveu nada de novo desde o divorcio, que aconteceu três anos antes, e passa seus dias espionando a ex mulher e sendo um parceiro de transa de sua vizinha casada.

Já Rusty é um fã incorrigível de Stephen King, e faz o tipo de adolescente que prefere ficar em casa em uma sexta a noite ao invés de se embebedar. A melhor parte é que ele tem uma paixãozinha, bem no estilo crush, por uma menina que estuda com ele e tem um namorado babaca, mas no desenrolar do filme ele consegue ficar com a garota, e mesmo que não saia tudo como ele esperava, no fim ajuda muito no desenvolvimento da escrita dele.

Agora Samantha, bem ela está na faculdade, seu primeiro livro está sendo publicado faz o tipo que não acredita no amor, porque presenciou uma das traições da mãe, que não fala a mais de um ano. Mas todas as suas regras bobas sobre o amor são postas a prova depois que ela conhece Lou que é o cara que todas queríamos.




O filme acaba ao som de “Home” e na Ação de Graças, dando a entender que a vida não passa de um gigantesco ciclo que sempre se repete.




Minha nova paixão é esse filme, por muitos motivos, mas o principal é o fato de que esse filme é “real”, não que seja baseado em fatos verídicos, mas porque eu posso ver claramente historias como essas se desenrolar-se em diversos lares. E pela trilha sonora brilhante. Enfim, espero que tenham gostado.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

[Resenha] A Herdeira





  • Título: A Herdeira
  • Autor: Kiera Cass
  • Editora: Seguinte
  • Número de páginas: 391
  • Nota: cinco estrelas
Me encontro naquele momento de bipolaridade emocional em relação a Kiera, que só quem já leu algum livro dela sabe o que eu quero dizer. Terminei "A Herdeira" a alguns dias, mas estava digerindo tudo ainda, e sem spoilers posso dizer que aquele final foi destruidor. Só isso.



Sinopse: O livro é narrado por Eadlyn, filha mais velha de Maxon e América. Eles ainda são pais de Ahren, gêmeo de Eadlyn, Kaden e Osten, o caçula. De início eu me neguei a acredita que aquela menina era filha da minha querida América, mas ao decorrer do livro é possível ver traços da mãe na filha.
A Seleção nunca havia sido proposta a ela, mas em momentos de crise uma Seleção parece ser a única saída.
Porém existe um enorme problema: Eadlyn não acredita em amor. Bem não é que ela não acredite. Ela só não acredita nos clichês românticos, ou em amor a primeira vista, apesar de ser fruto disso.
Ainda existe o fato de por sete minutos ela é A Herdeira, com toda a pressão e responsabilidade no pacote, e para lidar com isso ela assumiu uma postura firme diante do mundo, talvez dura até demais.
No começo da Seleção ela pensa em como aquilo é uma perda de tempo para ela e para os trinta e cinco rapazes, e em como ela não precisa de um homem ao seu lado, mas aos poucos ela começa a questionar todos os seus princípios. E pensar que isso talvez possa dar certo.



Minha opinião: Comecei o livro pensando que iria odiá- lo, pois como eu poderia ler esse livro sem a narração da America? Mas apesar de ainda morrer de saudade dos comentários dela, eu me afeiçoei a Eadlyn, e muito. Mas vamos falar sobre os selecionados! Diferente dos três primeiros volumes da série eu não sei para quem torcer, tenho meus favoritos e queria que a Eadlyn pudesse ter um harém, mas isso não é possível, então fico com o team Kile, porém minha opinião pode mudar nos próximos livros.



E termino esse post dizendo por mim e pelas minhas unhas roídas, como estou ansiosa para o lançamento do próximo livro. Espero que tenham gostado.



sábado, 16 de maio de 2015

Operação Big Hero



Vim hoje falar sobre o filme de animação mais fofo que já assisti nos últimos tempos, e este filme é "Operação  Big Hero", que por acaso um dos personagens foi dublado pela rainha do You Tube Brasil, Kéfera Buchmann. (emoticon heart)


Bem a história narra à vida de dois irmãos órfãos que são incrivelmente inteligentes e são criados pela tia. O mais velho Tadashi cursa a faculdade de robótica, já o mais novo Hiro terminou a escola bem mais cedo, por ser um prodígio e passa seus dias criando robôs para lutas clandestinas, e se recusa a cursas a faculdade, pois ele acredita que não a nada para aprender que ele mesmo já não saiba. Porem Tadashi consegue persuadi-lo a mudar de ideia após mostrar seu projeto Baymax, o robô mais fofo desde Wall-E. Porém para entrar na faculdade em questão é preciso que se apresente um projeto. Após dias e noites trabalhando Hero consegue terminar seu prototico de microbôs e arrasa na apresentação, porém um acidente acontece naquela noite, levando a morte de Tadashi. Hero consegue ser admito na faculdade, porém desiste da robótica após a morte de seu irmão, apenas depois de encontrar Baymax e conseguir uma pista de onde possa estar seus microbôs ele se junta aos colegas de equipe de seu irmão: Fred, Go Go Tomago, Wasabi, Honey Lemon e Baymax, formando uma espécie de equipe de super heróis, e seguem a pista do homem mascarado, que acreditam estar com os microbôs . Acontece muita coisa a a partir daqui, mas não vou contar porque pra quem não assistiu vai perder completamente a graça.





Uma coisa muito legal desse filme é que a cidade na qual se passa a história se chama San Fransokyo, ma mistura de Tókio e São Francisco. Ele ganhou o Oscar de melhor animação também. Mas a melhor coisa do filme todo é o Baymax! Eu estou morrendo de amor por esse robô! Ele é fofo e sempre se preocupa com a intensidade da sua dor, e sabe o quanto chorar faz bem, queria tatuar a imagem dele na minha testa, ok, chega (risos). 


Enfim é isso, espero que tenham gostado, e quem não assistiu o filme ainda, ASSISTA! 


quinta-feira, 7 de maio de 2015

[Resenha] Cidades de Papel

 



É a primeira resenha do blog, e devo dizer que não poderia ter escolhido um livro tão significativo e de um autor mais querido para isso.

  • Título: Cidades de Papel 
  • Autor: John Green 
  • Editora: Intríseca 
  • Número de páginas: 366 
  • Nota: quatro estrelas 


Sinopse: O livro que é narrado por Quentin Jacobsen, ou Q, mostra toda a trajetória de um grupo de quatro amigos a procura de Margo. Mas não é simplesmente isso. Margo Roth Spiegelman e Q são vizinhos há anos e houve um momento em que eram amigos, mas no momento em que se encontrar, nos momentos finais do terceiro ano do ensino médio, não passam de meros desconhecidos, até que uma noite Margo aparece na janela do quarto de Q propondo uma noite de vingança contra todos aqueles que lhes prejudicaram, iniciando assim a trama da historia, pois na manha seguinte Margo desaparece, é então que Q decide que é sua missão encontrá-la, e após semanas de puro desperdício de energia ele encontra a pista que ele julga essencial para acha-la, o único problema é o fato de essa descoberta ser feita na manhã de sua formatura. Então ele decide não ir a formatura e junco com seus melhores amigos, Radar e Bem, além de um das amigas de Margo, Lacey, a procura da cidade de papel na qual acreditam ser o paradeiro de Margo Roth Spiegelman.








Minha opinião: Primeiramente esse livro eu demorei muito para ler, não pela quantidade de páginas ou por possuir um conteúdo maçante, mas por não querer que o livro acabasse, e foi assim que ao perceber que estava no último capitulo deixei o livro de lado até que fiquei curiosa demais para aguentar, me identifiquei muito com toda a metáfora em volta das cidades de papel (não direi o que significa porque depois do contexto em que foi dito no livro, perderia toda a graça se disse se), e até mesmo com a necessidade que Margo teve de fugir, porém não acho que teria coragem de ser tão radical. Quero dizer que quem ler esse livro talvez fique um pouco confuso com o fim, eu mesma fiquei, mas não me impediu de chorar muito e tenho certeza que esse será um livro que mudara o significado ara mim de acordo com o momento da minha vida que o lerei. E por fim após esse livro não dou tanta importância para a formatura, mas com o que farei depois dela.