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segunda-feira, 3 de abril de 2017

De hoje,à uma possível eternidade.





E então, acaba. E a garotinha que se escondia atrás dos pais não tem mais em quem se esconder. Toc, toc.. Consegue escutar? É a vida batendo a porta, te chamando para vivê-la por sua conta e risco. 

É fácil acreditar que já se cresceu. Na roda com os amigos os papos sobre sexo e coisas já vividas fazem parecer que a idade adulta estava ali, sendo vivida. Mas não, isso é a juventude. O dinheiro das bebidas é dada pelos pais, ou por um trabalho de quatro horas. Sair sozinho é tão adulto, mas e o horário para voltar? Mesmo estando de férias, haverão pessoas em casa para bater o pé e dizer para ter juízo, que a vida exige responsabilidade. 

O riso é fácil, solto e tão leve. Se sobrepõe num ônibus cheio de pessoas, algumas dormindo encostadas na janela, outras ao telefone com o filho: "mamãe já está chegando, meu amor", é uma frase tão presente no ar daqueles que tem uma vida além da sua para zelar. Há quem apenas olha para os prédios e ouve sua música com o fone de ouvido e, também tem aquele que observa os jovens rindo com a ânsia de voltar a ser jovem e simplesmente, não ter esse poder. 

E então, acaba. Não há mais colégio e trabalhos para se preocupar, e a risada daqueles jovens se misturam com o denso ar. Que agora não tem diversão, só tem cansaço e vontade de voltar - fica a questão pra onde.



Oi, eu sou a Vicke. Tenho apenas 17 anos, mas nas costas carrego uma boa bagagem. Não só de coisas boas, mas faz parte.
Vim ajudar a Karol no blog. E eu espero que agrade a quem quiser a verdade, não só sobre amor, mas sobre a dor e a vida.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Mudanças.



A mudança é algo presente em cada dia da nossa vida, na troca de estações, no passar das horas... e lidamos bem com elas. Mas porque quando acontecem mudanças mais significativas nos desesperamos? Nós sempre sabemos que a escola vai acabar e que a vida vai começar, nós até ansiamos por esse momento, mas quando ele chega o que fazer? Eu venho me fazendo essa pergunta a alguns meses. 

Chega aquele dia que você não tem um dia certo de começar seu ano, materiais para comprar e nem aquela data de reencontrar seus amigos, na realidade talvez você nunca mais reencontre esses amigos, talvez nem amigos eles fossem.  

Eu amo ter muitas possibilidades, até me sinto grata por te-las, mas quando o "nunca" surge me da um aperto no peito, sabe? Eu sonho, eu planejo, como qualquer um e quero começar a tornar tudo real, mas pra isso preciso deixar algumas coisas pra traz e não tem sido tão fácil como eu imaginei que seria. Nada é tão fácil como imaginamos no final das contas.

Quero dizer, o que fazer quando os seus planos não se tornam realidade logo de cara? O que vem a minha mente é: "vá fazer algo para que eles um dia se tornem reais",porém é tão mais fácil ficar em casa sofrendo pelo que não aconteceu. Então eu tenho que lavar o rosto e ir. Só ir e quando eu menos esperar essa crise terá sido resolvida, mas outras terão nascido e tudo bem, porque a cada crise resolvida eu cresço e crescer é ótimo. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Metas um pouco atrasadas.


Minha cabeça tem estado em outro plano desde que o ano começou, na verdade desde o fim do ano passado e quando a virada do ano veio não surgiu grande efeito e só agora minhas metas pra 2017 ficaram prontas e aqui estão as minhas metas atrasadas para esse ano.

1. Viajar. Vale viagem de final de semana, vale uma internacional, qualquer viagem, só sei que quero viajar muuuuuito esse ano e conhecer cada cantinho do lugar. 

2. Melhorar meu inglês. Ano passado eu fui pro Estados Unidos sem pacote, só com o hotel reservado e meu inglês definitivamente não é dos melhores, mas eu me surpreendi com como eu me virei bem, mas esse ano eu vou tomar vergonha na cara e ficar fluente.

3. PULAR DE ASA DELTA. Essa até foi em letra maiúscula porque eu quero muito pular de asa delta, faz um tempo já e desse ano não passa.
  
4. Escrever. Ano passado eu tive um imenso bloqueio que perdurou por meses, por favor que esse ano isso não aconteça.

5. Ser mais confiante. As vezes eu deixo de fazer as coisas mais comuns por medo, como trocar de roupa com medo do que vão dizer, não postar uma foto, não compartilhar aquela postagem, coisas bobas, mas que juntas fazem uma grande diferença, então esse ano quero fazer essa minha revolução pessoal.

6. Ter uma alimentação mais saudável. Eu nunca tive a melhor alimentação, até uns meses atrás nem ao menos leite eu tomava, mas depois de descobrir que sou intolerante a lactose tive uma conversa com minha médica e percebi que eu realmente preciso melhor meus hábitos alimentares, esse ano vou trabalhar nisso.

7. Ler mais. Ano passado eu li uma boa quantidade de livros, mas sem nenhuma regularidade, esse ano quero ler tudo que tenho vontade, sem deixar que aquela preguiçinha me atrapalhe.

8. Fazer uma tatuagem. Outra coisa que eu quero a um tempo, mas nunca torno realidade, então vai automaticamente a lista de metas do ano seguinte.

9. Aprender a dirigir. Meus dezoito anos estão próximos e eu realmente quero pegar minha habilitação o quanto antes.

10. Sair mais sozinha. Eu queria muito assistir a um filme, mas eu não achava ninguém pra ir comigo, no fim o filme saiu de cartaz e eu não assisti, só porque eu não queria ir sozinha. Então eu percebi o quanto sou dependente de companhias, claro é bom ter alguém que você goste por perto, mas eu também preciso apreciar minha própria companhia, afinal ficarei comigo pelo resto da vida. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Volta do "Quem tem certeza?"



Eu fiquei uns meses sem escrever para o blog, ou pra qualquer outra finalidade, pra ser sincera eu só escrevi umas redações para a escola e a do enem, não sei bem o motivo. Mesmo que eu quisesse escrever ou tivesse coisas a contar não saia, sabe? Nada me parecia minimamente bom. Eu não é uma sensação muito gostosinha de se sentir. Mas nem tudo está perdido pra mim, já que isso tem mudado ultimamente e os posts vão voltar todas as segundas como era o costume, espero do fundo do meu coraçãozinho que gostem. 

Beijos de luz. 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Precisamos falar sobre o desastre em Mariana.



Em todo o globo o Brasil é conhecido por suas paisagens de tirar o fôlego em toda a sua extensão territorial, porém se tornou comum ligar a televisão e ver tragédias naturais que ocorrem sempre no período de chuvas, um barranco sede em cima de casas, inundações catastróficas tiram a casa e a vida de centenas de pessoas na área urbana. E não foi diferente em 2015, em novembro duas barragens da mineradora Samarco romperam causando o maior desastre natural da história do Brasil. Os moradores de Bento Rodrigues, um distrito em Mariana, Minas Gerais, perderam suas casas, e tudo mais o que lhes era conhecido. O Rio Doce também foi profundamente afetado, ele foi declarado morto, as comunidades ao redor do rio tiravam seu sustento dele. Você consegue imaginar, nem que seja por um minuto o quão grave é matar um rio?

Já foi dito aqui que desastres são “comuns” no período de chuvas, mas algo difere esse desastre dos demais que são noticiados todos os anos, ele tem um culpado, esse culpado não é uma pessoa, o culpado é a crença de que grandes empresas podem fazer o que bem entendem para obter mais lucro. A Samarco sabia que existem períodos onde a chuva é mais intensa, eles tomaram as devidas providencias? Bem ao julgar pelo desastre que ocorreu eu diria que não. 


Após mais de seis meses do ocorrido, onde está a pressão popular para que os culpados paguem? Os estragos causados pelo rompimento das barragens não pararam em Minas Gerais, foi se estendendo por toda a extensão Rio Doce, algo sem precedentes. Claro, uma multa foi aplicada, mas a pergunta é, uma multa é o suficiente para os danos causados?

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O impeachment?


Há pouco mais de uma semana que meu país, seu país, o nosso país se encontra sob um governo ilegítimo, há pouco mais uma semana a nossa presidente foi afastada de seu cargo sem nenhuma acusação sólida, se isso não pode ser chamado de golpe, sinceramente não sei do que chamar isso.

Não quero dizer que a situação política de nosso país não é lastimável, porque ela é, mas apoiar golpes não vai melhorar nada, vai apenas nos fazer retroceder. E esses poucos dias de seu “governo” Temer provou isso. Se a intenção é uma reformula política, porque não eleições diretas?

Há meses a senhora Dilma vem sendo tratada pela população de maneira desrespeitosa, parece que se esqueceram de que antes de presidente ela é um ser humano, e assim como cada um de nós merece respeito em primeiro lugar, como se sentiriam se algum desconhecido usasse fotos da sua mãe para fazer piadinhas cruéis? Se a resposta para essa pergunta é algo como irritado ou bravo, te faço outra pergunta, porque tratar a presidente assim é aceitável? Contraditório, não é? Mesmo agora que a presidente está afastada questionam os benefícios que a mesma recebe, engraçado Eduardo Cunha também foi afastado e também continua recebendo os mesmos benefícios de quando era presidente da câmara, mas a situação dele não foi questionada em momento algum. Ainda mais engraçado é que Eduardo Cunha participou de desvios de dinheiros e outros escândalos mais, e isso foi provado, mas ninguém “caiu matando” em cima dele, não é? Olha só, outra contradição.

Será que o problema é ela ser mulher? Será que o problema é ela ser separada? Será que o problema é essa sociedade que finge ser diferente, mas é tão quadrada quanto a décadas atrás. A presidente Dilma tem meu respeito e admiração, porque apesar de todos os erros, não crimes, cometidos ela aguentou e aguenta firme diversas situações sem abaixar a cabeça em momento algum, como na vez que Jair Bolsonaro dedicou seu voto em apoio ao impeachment a Coronel Ustra, e ainda o classificou como o “terror de Dilma” em rede nacional em uma sessão da câmara, Coronel Ustra esse que foi o responsável por torturar a presidente Dilma durante alguns anos no DOI-CODI, torturas como inserir ratos vagina da mesma. Um absurdo não é?

No dicionário golpe está definido como: “6. fig. estratagema, ardil, trama. ‘caiu direitinho no g. que lhe prepararam”’ e se não ficou claro ainda, foi exatamente isso que o senhor Michel Temer fez, na cara de todo mundo. Dito isso não consigo imaginar um cenário no qual posso reconhecer Michel Temer como meu presidente.

Não reconheço esse governo e me entristece ver pessoas comemorando o afastamento da presidente Dilma sem notar o quanto isso dificultara suas vidas.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

No mundo da lua.


Tento dizer a mim mesma: "não crie esperanças, viva o presente", mas é tão difícil. 

Como receber um olhar, e não pensar em todo um futuro? 

Como não ler um livro, e pensar como poderia ser incrível viver algo como aquilo? 

Como ler uma boa matéria, e pensar em quando poderei escrever uma como aquela? 

Eu sei, pode parecer loucura, pode parecer que vivo mais no mundo da lua do que na terra, por assim dizer, mas não consigo cortar as assas da minha imaginação, e como poderia? Em muitas situações é ela que me salva. 

Apesar de cliche, todos temos nossos dias cinzas, e sabe qual o segredo para deixa-los um pouco mais vivos? Ela, a minha tão amada, imaginação.

A imaginação é aquilo que torna seus filmes favoritos tão bons, é aquilo que faz pensarmos em um futuro mais radiante, é aquilo que nos faz levantar da cama todos os dias e enfrentar o mundo. 

Não estou dizendo que devemos ignorar a realidade e viver nossa vida apenas na nossa cabeça. Não! Digo apenas que deem assas a sua imaginação, e tente, com toda a força possível, transformar a sua realidade em algo próximo do que você vê na sua cabeça. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Um ano e um mês de "Quem tem certeza?'.



A um mês atras eu fiz um ano de blog, foi uma data importante, pra mim, na minha vida, mas eu estava sem internet e viajando e não consegui preparar um post, e não queria publicar e depois mudara data, então aqui estou para dizer coisas que o blog me trouxe nesse um ano e um mês.

Aprendi a ter prazos e uma certa responsabilidade, a saber que precisava preparar um post decente para determinado dia, e que não podia deixar isso atrapalhar meus estudos. Conheci algumas séries incríveis por vontade de escrever sobre no blog, aprendi o poder de uma foto bem tirada, e como ela pode dizer muito. Procurei por artistas novos e me apaixonei por eles, aprimorei minha escrita, conheci algumas pessoas maravilhosas, aprendi a me expressar, e que nem tudo é para sempre, essa foi a coisa mais importante, porque nessa fase de adolescência onde tudo é muito relevante, saber que nem tudo dura para sempre é uma dádiva. 

Esse ano muita coisa mudou na minha vida, meus pais se separaram, mudei de casa e escola, me descobri feminista, percebi o quando que o mundo não é uma fabrica de realização de desejos, tive que me adaptar a uma realidade totalmente da que eu estava acostumada, e saber que eu tinha um lugar para escrever, para respirar em meio a todo o turbilhão de coisas novas, me dava uma calma enorme. E eu sou grata, pela internet, pelas blogueiras que tanto admiro, pelos meus leitores, mesmo que poucos.

Agora eu vou fazer um top 8 com meus posts favoritos no blog, dentro desse ano. São eles:

Feminismo na minha concepção.

Questão de tempo.

Coisas para se fazer enquanto se ouve música.

Carta ao meu ídolo.

Dos quinze aos dezesseis. 

If was not end.

Momentos em que Jout Jout foi maravilhosa.

Uma sexta feira com muitos sonhos realizados.

Esses são meus posts queridinhos que eu postei nesse um ano de blog, eu sinceramente espero que tenham gostado e que estejam gostando do blog.

Beijos de luz, e a pergunta continua: Quem tem certeza?

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Aquele sonho.


Sabe aquele sonho?

Sim, aquele.

Aquele que você pensa quando está olhando para o teto em busca do sono.

Aquele que você lembra quando toca a sua musica favorita.

Aquele sonho que quando você atravessa a rua sem olhar para os dois lados e quase é atropelado, ele vem a sua mente. 

Siga ele.

Não importa se é acabar com a fome no mundo ou aprender a dirigir.

Falar em público ou fazer um anjo de neve.

Conhecer a terra natal do seu  escritor favorito ou mergulhar com tubarões.

Visitar aquela pessoa ou pintar o cabelo daquela maneira.

Parar de sonhar e realizar.

Não importa qual seja aquele sonho.

Apenas siga.

Siga como se apenas te restasse pouco tempo, ou mesmo nenhum.

Como disse Renato Russo: "Como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há."

E quando realiza-lo, arrume outro.

Pois nós seres humanos, mesmo que não tão humanos assim, precisamos de sonhos.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O que senti quando enfim li Orgulho e Preconceito.


Se tem um filme que tem lugar garantido na minha lista de filmes favoritos da vida, ao lado de todos os Harry Potter e “10 coisas que eu odeio em você” é “Orgulho e Preconceito”. Lembro que quando assisti pela primeira vez quando o filme acabou eu fiquei uns minutinhos parada, absorvendo tudo. Se você assisti-lo (ou lê-lo)com a ideia de que é apenas um romancezinho água com açúcar você não vai pegar as pequenas criticas que a historia contem.

Enfim, eu amo o filme, o elenco, principalmente a Keira no papel da Lizzie, o que foi uma escolha genial. Mas eu possuía esse medo um pouco irracional de ler o livro escrito pela Jane Austen, mas em uma pela quarta feira enquanto eu estava entediada e tive a ideia maravilhosa de começar a ler. Foi sem duvida a melhor ideia que eu tive em uma quarta feira, eu acho.

Claro que existem partes que foram modificadas no filme, alguns personagens não foram retratados da melhor maneira, mas no geral eu acredito que a adaptação foi bem feita. Eu amei tanto o livro que eu fiquei uns dias falando entusiasmada sobre a historia, sobre como era possível ver como a Jane desaprovava essa cultura do casamento por dinheiro da época, que causou a ela grandes perdas, afinal a própria Jane não se casou com o amor da vida dela, porque os dois não tinham um bom poder aquisitivo, ela ficou para titia digamos assim, mas ela eternizou sua revolta.

Eu tenho essa teoria de que ela colocou seu nome na irmã Bennet mais velha e deu a ela o mais feliz dos finais, se casando por amor e com alguém rico, pois era isso que ela almejava, mas não conseguiu concretizar. É triste, mas poético.

Por fim acredito que “Orgulho e Preconceito” é uma obra muito importante, por enquanto é o único livro da autora que eu li, mas eu tenho quase certeza que todas são tão boas quanto. Eu só gostaria que todos lessem, talvez seja apenas meu entusiasmo falando mais alto, mas seria ótimo ter pessoas para falar sobre.

Espero que tenham gostado, mas só um adendo a foto usada no inicio do post é da Melina Souza do blog Serendipity.

Beijos de luz.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Eu tenho tanto a te dizer.




Eu tenho tanto a te dizer.

Mas sei que não te direi.

Nunca.

Escreverei textos pra você, milhares e milhares de cartas.

Pensarei em você sempre que ouvir uma música que simplesmente diz tudo o que eu tenho a dizer.

Mas você nunca saberá dessas palavras.

Não por mim.

E sabe por quê?

Porque eu acredito genuinamente, que se eu preciso transformar tudo isso em palavras, você não merece ouvir.

Chega a ser engraçado você não notar.

Afinal todos notaram.

O senhor da banca de jornal que eu sempre dou bom dia? Ele sabe.

O porteiro do meu prédio? Ele sabe.

A florista perto da escola? Ela também sabe.

Só você parece não notar, e tudo bem, não e culpa sua. Não é culpa de ninguém.

É simplesmente a vida sendo a vida.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O dia em que conheci a Meg Cabot.



Lá estava eu no facebook como tantos outros dias até que aparece está frase: "Meg Cabot em São Paulo" e eu surtei completamente, não sabia nem o local ou horário, mas eu já sabia que dia 20 de outubro já tinha compromisso.

Conheci a Meg em 2010, bem no inicio da minha vida literária, com a série "A Mediadora". Ela foi uma das três mulheres que me fizeram me apaixonar por literatura 1) J.K.Rowling 2) Meg Cabot e 3) Thalita Rebouças (que eu conheci esse ano e fiz esse post aqui).

Chegamos ao shopping e já sai correndo atras da Saraiva morrendo de medo de não haver mais pulseirinhas, chegamos lá e graças ao bom Deus tinham muitas pulseirinhas, peguei a pulseira e fui comprar o livro "O Casamento da Princesa". Dei uma super volta pelo shopping, porque ainda eram uma da tarde e a sessão só começaria as cinco horas. Enquanto eu ficara andando em círculos pelo shopping eu vi uma placa escrito "hipermercado" e eu e minha amiga fomos em busca desse hipermercado, essa busca levou tanto tempo que além de não acharmos chegamos na sessão de autografo quando a sala já estava cheia. Sobrando lugar apenas na frente da sala, e no chão, não que eu reclame, afinal estávamos bem na frente da mesa onde a Meg sentaria, BEM NA FRENTE! Tinha duas garotas perto de onde sentamos e engatamos uma conversa, a Meg chegou gritamos muito, e começaram a chamar pelas senhas, a minha senha era 229 então fiquei sentada um bom tempo, mas sempre que eu ficava um pouco cansada tocava uma música incrível (tipo Sk8er Boi da Avril) e eu olhava pra frente e quem estava lá sorrindo? Sim a Meg!

Até que chamaram meu numero e eu que estava incrivelmente calma (coisa que não é comum) eu comecei a tremer e antes que eu percebesse já estava chorando (isso explica porque eu estou com uma cara horrível na foto). Quando falaram que era a minha fez da foto eu entreguei um papel para ela, onde estava escrito que eu a amava desde 2010 e que uma pergunta me perturbava desde então, e a pergunta era: "Você é uma mediadora?", isso porque na serie "A Mediadora" a personagem principal era uma mediadora e ela riu alto, não foi uma risadinha educada, ela realmente achou engraçado! Isso foi realmente gratificante, e em resposta ela disse que eu deveria ler todos os livros que assim eu descobriria, e depois ela elogiou minha roupa! Isso foi incrível porque eu troquei de roupa umas quinhentas vezes, por fim tirei a foto e a abracei e me retirei da sala. Assim que eu sai me sentei em um banco e comecei a chorar loucamente, tipo de soluçar! E um cara que estava do meu lado me leu um lenço, isso foi muito lindo. Por fim minha amiga saiu da sala e fomos pra casa e eu fiquei relembrando cada segundo até que eu chegasse em casa.

Bem foi assim que eu conheci umas das minhas escritoras favoritas, espero que tenham gostado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Conhecimento é sempre bem vindo.



Vamos a escola desde pequenos. No primeiro momento só pintamos, dormimos e choramos, depois começamos a aprender os verbos e a fazer os cálculos básicos e do dia pra noite tudo isso se transforma em formulas e mais formulas, provas e mais provas, recuperação. Prova de espanhol, inglês e matemática no mesmo dia. Uma bagunça. Teorias, aceleração da luz, e mais coisas e nem me lembro no momento. E no fim você não imagina como isso vai ser aplicado na sua vida cotidiana. A verdade é que nem tudo será aplicada, porem não podemos largar a escola, porque afinal não se pode ter futuro sem uma boa formação, é o que todos dizem pelo menos. E eu me pergunto, como posso chamar de “boa educação” algo que me poda, como uma árvore sendo impedida de crescer?


Não estou dizendo que devemos adotar a anarquia ou algo assim, e entendo que educação é primordial. Mas porque deve existir apenas uma maneira de educação correta? Porque devemos ficar presos, e porque aprendemos a odiar chegar até lá? Acordar cedo não é nem um pouco animador, mas adquirir conhecimento deveria ser.

Não sei. Estou apenas divagando. E é a minha maneira de dizer que apesar de eu ter muito conteúdo pra fazer post minha semana na escola será super corrida, mesmo que as provas finais ainda não tenham chegado, e eu quero fazer posts de qualidade, não qualquer coisa, então provavelmente só terá post novo na semana que vem. Espero que entendam.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

"Talvez" pode ser um palavra gigante.



As vezes penso que sou muito volúvel, porque vivo amores muito rapidamente. Conheço um cara, acho que ele é perfeito, imagino uma vida com ele, e do nada tudo desmorona e ele é só mais um babaca. Porém logo depois eu conheço outro cara e a história se repete. Vejo meus amigos construindo relações apesar da pouca idade e penso como sou volúvel. Mas talvez eu não seja volúvel, talvez eu apenas sinta muito. Não no sentido de se desculpar, mas de sentir realmente. 

Talvez eu devesse parar de refletir sobre isso e apenas viver, talvez eu devesse refletir um pouco mais e viver um pouco menos, talvez eu deva entrar no tinder (não, eu não vou fazer isso) ou talvez eu deva esquecer isso. Mas Deus sabe como eu tento isso, tento mesmo, porque todos dizem que vai acontecer quando menos esperar, quando cruzar a esquina você vai conhecer a pessoa certa. Isso me faz pensar que eu sou jovem e talvez eu não queira a pessoa certa, eu queira apenas a pessoa, porém quando você vê todos ao redor com a dita pessoa certa e só você está ali, sozinha fica meio difícil esquecer.

E em meio a tantos "talvez" eu tenho mais um, talvez um dia eu encontre a tal pessoa, ou talvez eu acabe em um apartamento com sete gatos, mesmo que eu não goste de gatos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Flores?


As flores.

Elas sempre se surpreendem.

Quando era mais nova detestava, nunca entendia porque elas eram usadas para presentear.

Todos ficaram incrivelmente felizes quando a primavera chegava, e eu ali, sem entender o porque de tanto alvoroço. 

Afinal eram só flores.

Mas tudo mudou.
Não foi ao ganhar um flor de alguém, foi ao olhar as flores de uma maneira diferente, até que eu percebi o porquê todos ficam tão mais felizes ao ver uma árvore florida.

Tudo mudou quando eu presenteei alguém com uma flor. Porque a mágica das flores está aí, na magia se presentear alguém.

Quando uma arvore florida cruza nosso caminho é como se o destino nos desse uma maneira de presentar alguém querido, sem que um motivo determinado, apenas pelo puro prazer de presentear. 

Sem ego ou algo do tipo, apenas a inclinação do coração.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Valorize o seu quebra cabeça.



Quando me perguntam algo eu respondo sinceramente, mas assim que alguém da uma resposta oposta sinto uma vontade enorme de mudar a minha resposta. Pergunto-me o porque, o que é um desperdício de tempo, pois já sei porque sempre faço isso. Eu sempre reajo da mesma maneira porque tento sempre ser aceita, e se eu for igual a eles será mais fácil que gostem de mim e me deixem fazer parte do grupo, é como infelizmente penso, e me revolto por pensar assim.



O que dizem sobre não se poder agradar todos, é a mais pura verdade. Nem todos gostam de usar moletom como eu, mas eles são tão quentes que eu não poderia abrir mão deles, na maioria das vezes prefiro o livro ao filme e mantenho a minha opinião sobre isso até o fim. Felizmente eu respondo o que me vem a mente, e o que é verdadeiro pra mim, mesmo que tenha vontade de mudar minha fala, eu não mudo, porque as vezes tentamos tanto nos encaixar a um grupo que acabamos nos deformando. Imagine que somos como peças de um quebra-cabeça, algumas peças não encaixam em outras, até podemos fazer com que encaixe, cortando uma parte aqui e outra ali, mas além de perdemos partes importantes, vamos deixando de sermos quem somos aos poucos. 


Está tudo bem também mudar, desde que seja por que você quer mudar, não porque acha que assim será mais fácil fazer amigos. Você vai encontrar pessoas que te aceitem como é, acredite. Se eu encontrei, qualquer um pode. Afinal somos todos seres humanos extraordinários. (menos você que zoa o carinha da escola pelo gosto musical dele, ou pelas roupas dele, porém depois que se desculpar vai achar o ser humano extraordinário dentro de você.) 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Bateu a bad.



Acontece com todo mundo, a bad sempre bate a porta. 

As vezes são por motivos bobos como aquela roupa não ficar tão boa em você como fica 
na outra.

Outras vezes motivos mais sérios são os causadores dessa tristeza, como o questionamento do porque ainda permanece viva. Do porque todos parecem contentes consigo, enquanto você não, mesmo que aos olhos do mundo, ate mesmo dos seus, você possui tudo para ser feliz. Se sente culpada por não sorrir o bastante, não elogiar o suficiente. 

Deve ser verdade  que dizem sobre mim.

Quando bate a bad todos os seus sonhos são questionados, afinal porque sonhar? Talvez o sonho nem ao menos se chegue perto da realidade. 

Alguns conseguem aguentar firme e superar a bad, outros não, e a maioria não está mais aqui. É triste, mas mais triste é vem o quanto são julgados. Não deveríamos julgar quem sofre tanto a ponto de ir embora, deveríamos apoia-los para que isso não volte a se repetir.

Deveríamos. Palavra engraçada que tem todo o peso de deveres nem sempre cumpridos.



quarta-feira, 15 de julho de 2015

If was not the end.



Então já fazem quatro anos que cartazes com a frase “It all ends” foram espalhados pelo mundo anunciando que tudo acabaria em 15 de julho de 2011, com tudo eles se referiam a saga Harry Potter, mas eles não poderiam estar mais errados. Nesta data o ultimo filme da franquia Harry Potter seria lançada, mas a historia continua ali, porque como a própria J. K. Rowling disse: "Hogwarts sempre estará lá para recebê-lo como sua casa" essa é a prova que aquela sexta feira de julho não foi o fim, porque a única coisa que eu preciso fazer para ver tudo aquilo de novo é abrir um livro ou assistir pela centésima vez algum dos filmes.

Eu chorei com o ultimo filme? Com certeza, me lembro de ter chorado do inicio ao fim. Lembro de ter prendido a respiração um acontecimento após o outro, não que fosse novidade para mim, afinal já havia lido o livro, mas tem algo de mágico em ver aquilo que você imaginou enquanto lia em realidade, foi assim o filme todo. Nunca senti tanta compaixão por um personagem como senti de Snape, poucas vezes um discurso me motivou tanto como o de Neville, nunca um beijo em uma camara onde os restos mortais de um bacilisco foi tão aguardado, nunca um “minha filha não” foi tão comemorado, nunca um “apenas eu posso viver” foi tão pretensioso afinal quem disse isso foi o Tio Voldy e bem... ele morreu, nunca um epilogo me fez chorar tanto.

Tentando esquecer um pouco como esse ultimo filme foi importante pra mim e acredito que para muitas mais pessoas é engraçado como uma frase que a minha personagem favorita personagem, Luna Lovegood, que eu amo de paixão, disse no quinto livro|filme “Minha mãe dizia que as coisas que perdemos sempre acabam voltando para nós, mas nem sempre da forma que esperamos.” É isso que está acontecendo, Harry Potter está voltando com mais filmes, mas não da maneira que esperamos, sem Harry, Ron ou Mione, mas com novos personagens, mas ainda no mesmo universo bruxo e mais importante foi algo criado pela minha querida Joanne, ou seja não há como não ser maravilhoso.

Muita coisa mudou na minha vida e em mim mesma nesses quatro anos, mas algumas coisas continuam as mesmas uma delas é o meu amor por essa saga e tudo que ela me proporcionou, foi graças a ela que me interessei por literatura, foi graças a ela que conheci a pessoa maravilhoso que a Emma Watson é, porque ela é incrível em cada partícula de seu ser, e nunca vou conseguir esquecer o seu discurso na ONU e citarei ele quantas vezes eu puder, graça a Harry Potter percebi que não importa quantas vezes você for rejeitado a sua hora vai chegar e que a magia existe basta acreditar.
Se algum dia alguém me perguntar do porque ainda amo Harry Potter depois de todo esse tempo eu responderei apenas



Always



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Anormal sim!



Normal?

Dizem que não ser normal é algo errado, usam até o termo a ”anormal” como uma ofensa.

Nunca me senti ofendida quando me chamavam de anormal. Para ser sincera eu ficava contente, era como se alguém colasse uma estrela na minha testa, porque eu me sentia como um unicórnio. E como se sentir como um unicórnio pode ser errado?

O que é ser normal?

Segundo o dicionário a palavra “normal” significa “O que não é diferente. O que é igual a maioria que está ao seu redor, não se destaca. Algo comum”. Isso explica o porque eu me sentia um unicórnio, e no fim o dicionário ainda usa como exemplo a frase “Meus dias são comuns.” Sinceramente eu odeio quando meus das são comuns, eu praticamente não me lembro deles, não quero ser como esses dias comuns, quero ser anormal. 


Quero dar risadas altas em momentos impróprios, quero me interessar por assuntos que poucos se interessam, quero preferir ir ao Quebec, no Canadá, do que a Porto Seguro no meu ultimo ano, quero ter preguiça de pentear o cabelo de manha sem me sentir culpada, quero ser baixinha e ainda ser feliz, e quero falar o que eu penso sem ser julgada.

Quero ser um unicórnio. O mais branco de todos.

E se eu tinha alguma duvida de como me sentir depois de ser rotulada como anormal eu apenas vou d
izer obrigada com o meu maio sorriso no rostoAfinal a Petúnia, tia de Harry já usou o termo anormal para definir sua irmã Lilian! 

Gosto de ser anormal, e não se sinta culpado por gostar também, afinal você se destaca da maioria ao seu redor, e isso é maravilhoso

Seja diferente, seja ousado, se torne quem você quiser ser, torne os seus sonos realidade por si próprio. Goste de zumbis ou fadas ou o que quer que seja, goste do que quiser. Faça o que quiser.

E como diria Anne Frank "e seja feliz se puder".



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Dos quinze aos dezesseis.




Ontem foi meu aniversário de 16 anos, eu fiquei abismada como meus quinze anos passaram rápido!

Mas mesmo que eu tenha vindo aqui falar sobre o meu aniversário, não acho que seja justo falar apenas sobre como meu dia dezoito de junho foi incrível e como eu me diverti, ao invés disso eu vou falar de como foram os meus doze meses com quinze anos.

Se te algo que eu possa dizer sobre esses doze meses é: não foi como eu imaginava.

Posso falar que foi pelas coisas que eu não fiz eu não virei líder de torcida, eu não superei o fim de Harry Potter, não começei a gostar de cappuccino, eu não arrumei um namorado incrivelmente bonito, não aprendi a passar delineador, não me tornei mais saudável, não fui a festas que iam até tarde, e não fiz uma tatuagem escondida.

Essas eram as coisas que eu achei que eu faria aos quinze.

Mas os meus quinze anos não foram como eu imaginava, não por essa lista de coisas que não realizei, mas pelo o que eu fiz, que foram muito importantes, algumas das coisas foram.


Eu fiz minha primeira viagem internacional, e foi como se eu estivesse sonhando acordada,conheci os lugares que tanto sonhei. Enfim comecei a comprar pela internet. Mudei-me para São Paulo. Aprendi a fazer arroz, e modéstia a parte meu arroz divino. Consegui passar de ano, o que eu achei que não conseguiria graças ao meu péssimo desempenho em física. Descobri-me feminista, e tenho grande orgulho por isso. Criei um blog que eu amo demais. Melhorei o meu estilo musical, mas sem o alterar muito. Eu torci e gritei pelo Brasil, pela primeira vez desde que me lembro. Consegui acompanhar mais séries do que eu imaginava, assisti Pretty Little Liars até a quinta temporada em dois meses em meio a outras séries. Parei de usar maquiagem diariamente. Aprendi a andar de metrô, na terra da rainha! Eu vi o Zayn sair do One Direction, e chorei por isso. Descobri como manter amizades mesmo à distância, e soou muito mais feliz por isso. Experimentei comida japonesa, e não amei, mas tudo pode mudar. Assisti "De volta para o futuro" e adorei. Apaixonei-me pelo menino Ed, mas continuei amando o meu Kurt.

E, por fim, descobri o quanto 365 anos passam rápido.