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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Seriadora: Downton Abbey




Mais um post sobre séries! Dessa vez vou falar sobre Downton Abbey.

Essa serie conta a historia de uma propriedade, deixa eu explicar melhor, bem existe essa casa, a Downton Abbey, e nela vivem uma família, até ai tudo bem, mas a história se passa na mesma época que a primeira guerra mundial, então naquele tempo, mulheres não podiam herdar bens, ou títulos, então depois de um acidente, Downton fica sem um herdeiro, e então toda uma trama se desencadeia a partir disso. 




Eu já tinha assistido alguns episódios da série, mas só agora peguei pra assistir mesmo, e eu amei! Quero dizer, eu amo séries de época, porém Downton tem uns detalhes eu a diferenciam, por exemplo os empregados, que aqui são muitos, não são ignorados, aqui eles tem voz e opiniões próprias, mesmo que os “patrões” não saibam disso. 



Tenho duas personagens favoritas, primeiro Mary, ela é a filha mais velha, a que deveria herdar a propriedade, mas não é o que acontece, todos acham que ela é terrível e cruel, mas no fundo ela não é nada disso, e eu adoro tanto isso nela, como ela não é nada do que aparenta. Segundo, Sybil ela é irmã da Mary, e é um exemplo de girl Power, ela vai a manifestações escondida, luta pelo direito das mulheres de votar, ela até usa uma “calça” em um episódio e a cara de todo mundo ao vê-la! Uma cena que merece ser vista. Acreditem, ela é o máximo! Tem uma terceira irmã, mas ela é meio chata. 





Tem também Maggie Smith, que por si só já monta uma série sozinha. Além do meu shippe amado, Matthew e Mary, eles ficam batendo de frente e eles não tem nenhum motivo para se gostarem , mas eles tem tanta química! Pelo menos ao meu ver [risos].

A série mostra também as mudanças que ocorreram durante e depois da primeira guerra, e a "queda" da aristocracia, ela é ótima pra dar uma estudada em história, segundo o guia do estudante, então assistam! 

Não da pra falar sobre todos os personagens, ou todos os aspectos da série sem uma chuva de spoilers, mas espero que tenham gostado, se assistirem e gostarem me contem.

Beijos de luz. 

quinta-feira, 3 de março de 2016

Seriadora: Reign.



Recentemente eu me rendi a Netflix e assinei, em um dia que eu não tinha nada pra fazer resolvi assistir alguma série nova, e eis que surge Reign na tela e eu aperto imediatamente, nem leio a sinopse, e essa foi uma decisão maravilhosa, já que antes dos vinte minutos do piloto eu já estava apaixonada! Terminei a primeira temporada em dois dias e surtei quando descobri que não tinha as outras duas no Netflix. Enfim, só me restou escrever sobre essa série para que mais pessoas saibam o quanto ela é incrível.




A personagem principal é Mary, rainha da Escócia desde os seis dias de vida, ainda criança foi prometida a Francis, herdeiro do trono francês, e desde então viveu em um convento para a sua segurança, já que a Inglaterra deseja seu país para si. Ok, tem tudo para ser uma série chata sobre história (não para mim, porque eu amooooo história), mas temos aqui Frances e Mary que se conhecem desde criança e existe um sentimento ali, não é apenas um casamento arranjada (confesso que suspirei enquanto escrevia isso), mas eles nunca podem se esquecer que são lideres de nações, fato que é lembrado constantemente,  quando um ataque a Escócia ocorre, ou  quando o Vaticano aparece para ter se certificar que tudo está correndo bem. Tem uma pegada mistica também, graças a Nostradamus, que tem o dom da vidência e prevê algo não muito favorável a união  de Mary e Frances.






Na série tem um milhão de shippes possíveis, o que eu amo, e além da Mary e do Francis, existem personagens maravilhosos, como Bash, irmão bastardo de Francis, que é um amor, Catherine, a rainha da frança pode parecer uma “vilã”, mas ela é muito mais complexa que isso, Nostradamus, que se procurar um pouquinho no google vai ver que  ele ficou consideravelmente famoso garças a seus dons. 


Sem contar os figurinos! Não, eles não são fies a historia, mas quem liga? Os vestidos que a Mary usam são meu sonho de consumo desde o primeiro episódio, mas o meu favorito é do segundo episódio, ela usa uma coroa de flores! E a trilha sonora? Simplesmente a melhor. Ouso até a dizer que Reign tem a a melhor trilha sonora de todas! Ouve a música da abertura, só pra sentir o gostinho.



Além de tudo isso  os atores são uns fofos! Inclusive a atriz que faz a Mary, Adelaide Kane vai ser a madrinha de casamento do ator Torrance Coombs, que interpreta o Bash. 

Essa série me fez pesquisar loucamente sobre os personagens, afinal a série é baseada em fatos  reais, que ocorreram por volta de 1500. Até a minha professora de história (deusa!) está assistindo. Eu estou atualmente na segunda temporada, mas to segurando, não quero acabar correndo [risos]. Enfim o mundo deveria assistir, espero que tenham gostado.

Beijos de luz. 

sábado, 15 de agosto de 2015

Um amor resumido em uma sigla: UKS



Há muito tempo eu não encontrava uma série que me fizesse rir tanto, e essa foi a primeira que eu assisti em 48horas.

Eu já estava com vontade de assistir Unbreakable Kimmy Schmidt desde que eu vi um post no Depois dos Quinze falando sobre as novas séries que seriam lançadas, mas eu não imaginava que era tão boa.




O enredo da série conta basicamente a história de uma garota que ficou enclausurada em baixo da terra por quinze anos, junto de mais três garotas, tudo porque um reverendo louco as convenceu que o mundo tinha acabado. Até que elas foram resgatadas e apelidadas não muito carinhosamente de “mulheres toupeiras”, até ai parece o enredo de uma série de drama que ai mostrar como os seres humanos se recuperam dos traumas, mas tudo muda quando Kimmy decide que não vai voltar pra sua antiga cidade coisa nenhuma, vai ficar em Nova York (coisa que todos nós queremos), e descobrir que mudou na Terra nesses últimos quinze anos

Ela arruma uma um emprego na casa de uma socialite louca a ponto de ter uma geladeira só para água mineral, Kimmy também arruma um namorado! E ele é beeeem gato, na verdade ela arruma vários namorados. [risos] Aprende a tirar selfies e o mais importante, temos o Titus nessa série, ele sonha em trabalhar na Broadway, mas paga o aluguel se fantasiando se Homem de Ferro, Titus está empatado no meu coração com o Kurt Hummel (Glee) no posto de melhor personagem gay, só para demonstrar o quanto ele é incrível. 



A série é incrível, e tem várias críticas a sociedade muito bem colocadas no roteiro, além de ter uma música de abertura melhor ainda (vou deixar um vídeo com a abertura no final do post) e com personagens maravilhosos. 


Espero que tenham gostado. 


domingo, 5 de julho de 2015

Choro, motivo: Fim de Glee.




Nesse momento faz 24 horas que terminei de assistir Glee, e ainda estou digerindo, estou ouvindo as músicas da série repetidamente. O ultimo episodio saiu em março, mas eu adiei o máximo que pude. Eu comecei a assistir quando passou na globo e me apaixonei. Foi a primeira série que acompanhei, torci. Além de fato foi a primeira série que eu cheguei a terminar de fato, porque eu tenho um problema de quando chega a ultima temporada eu deixo a série um pouco de lado.

Foram seis anos, foram muitos covers, muitos casais, muitas competições, e pode parecer muito clichê, mas parte de quem eu sou é graças a essa série que tem como principal mensagem ser quem você é. E eu pude aprender isso bem cedo, graças a Glee. E também aprendi que apesar de ser louca pelo Blaine, ele fica muito melhor com o Kurt. Foi com Glee que eu fui apresentada a todo esse assunto sobre homossexualidade, e não poderia ser de uma maneira mais leve. 


Sou grata a essa série, aos atores, ao diretores, roteiristas a todos que foram responsáveis pela produzam desse programa que foi tão significativo pra mim.

Lembro de quando a Rachel era só uma garota irritante que cantava extremamente bem. quando o Kurt dançava Beyoncé no seu quarto. Quando a Quinn, Britanny  Santana eram apenas três bitchs muito magras, bem a Santana ainda é uma bitch, mas do bem. Quando o Puck era o cara mau que jogava os “losers” na lixeira. Quando o Artie era sempre o garoto deficiente, que não se expressava. Quando o Sam era só um cara Quando a Tina ainda fingia ser gaga. Quando Mercedes cantava apenas na igreja, mas já era uma estrela. Ou quando o Finn escondia o bom moço que era por causa do time.

Lembro-me de quando o Cory morreu? (agora eu estou chorando e ouvindo Keep Holding On pra piorar tudo). Eu estava no twitter e vi a frase “R.I.P Cory Monteith", eu me convenci que era apenas uma brincadeira de muito mau gosto, mas não era. Lembro das imagens destruidoras, da Lea chorando em cima do caixão, do Darren Criss usando uma faixa preta em luto, dos inúmeros tributos a ele. O terceiro episodio da quinta temporada acabou comigo, até hoje se alguém cantar alguma daquelas musicas perto de mim eu caio no choro. Eu basicamente chorei muito, e ainda choro pelo Cory.

Eu apenas não consigo acreditar que acabou nunca mais existiram episódios novos de Glee, nunca. Sem aparições do Jesse (sim eu sempre quis que ele fosse regular na série) Nada mais de Klaine, sem referencias ao Finn, nada de Sr. Shue tentando cantar rap, nada de Sue sendo incrivelmente insana, nada de Emma sendo Emma. Isso nunca mais vai acontecer. Mas eu sei que quando a saudade for grande demais para suportar eu sempre vou poder voltar e assistir, ver tudo de novo. E vou colocar uma estrela na minha assinatura, porque é uma metáfora, e assim como para a Rachel, metáforas são muito importantes para mim.

Eu poderia escrever muito mais, poderia escrever quais foram meus episódios favoritos, que não gostei da quinta temporada, que quase quis ser cantora graças a série, mas ao invés disso vou ouvir os covers do Gle Cast e tentar seguir em frente, mas sem esquecer de como ele fora importantes.

Espero que tenham gostado e para encerar tem a ultima musica do episodio final, que é do One Republic, que eu amo. One Republic e Glee junto? Só seria melhor se nã o fosse o episodio final. 



sábado, 27 de junho de 2015

Vão te conquistar nos primeiros episódios #2



E vamos falar de séries! Sim, faz alguns meses que não falo de séries aqui no blog e depois de sofrer para chegar a sexta temporada de PLL eu decidi que era hora de assistir outras séries, e aqui estão as séries que andei assistindo.


The Carrie Diaries



A série é um spin-off da série Sex and the City, se passa nos anos 80 e conta história de Carrie antes se mudar para Nova York e se tornar um sucesso. Tudo começa quando Carrie consegue um emprego da revista que mais ama e vive todo o glamour que isso acarreta mas ainda tem que lidar com a perda recente da mãe, com o garoto gato da escola, a irmã que está passando pela fase emo-gótica-roqueira, sem deixar de ser uma boa amiga.

Nunca gostei muito de Sex and the City, mas depois de assistir esse spin-off estou super curiosa. A série é incrível porque apesar de se passar a trinta anos atrás, e serem mundos completamente diferentes, a adolescente Carrie Bradshaw vive todos os problemas que vivemos hoje no século XXI, mas com uma definitiva que eu não usaria. [risos]

Aonde estou: Temporada 2 Episódio 1 - cancelada (ainda nem comecei a segunda temporada, mas a primeira eu assisti muito rápido, basicamente fiquei entocada no meu quarto até acabar e
sofri uma morte horrível quando descobri que a série tinha sido cancelada)



The Royals 



A série conta o cotidiano de uma família real britânica hipotética, apos a morte do primogênito, toda a tensão e duvida sobre quanto tempo a monarquia continuara vigente, muita intriga e briga pelo poder, mas todo o glamour que sua realeza pode
proporcionar.

Assim que eu fiquei sabendo sobre essa série é basicamente enlouqueci. Por muitos motivos, entre eles: a) ia ter o rei Pedro de Nárnia! b) e é a realeza! c) me deu a esperança de casar com o príncipe Harry (eu sonho muito, eu sei). E atriz que interpreta a princesa Eleanor é a minha Eadlyn (A Herdeira) perfeita, li o livro pensando nela.

Aonde estou: Temporada 1 Episódio 5 - renovada (eu pretendo acabar a primeira, e única até agora, nas férias).



Suburgatory



A série conta a história de Tessa, uma ruiva natural, que cresceu em Nova York, com seu pais, após a mãe abandonar-los. Estava tudo indo bem até o pai de Tessa encontrar uma caixa de camisinha em sua gaveta e decidir se mudar para o subúrbio onde as casas possui jardins, cercas brancas, e sem caixas de camisinhas (ou é o que ele imagina).

Essa série é essa eu já assisto algum tempo, mas eu ainda não tinha falada no aqui no blog então eu decidi inclui-la aqui no post, porque ela é incrível, com uma protagonista mais incrível ainda, e eu quero que o mundo assista. Ela é muito engraçada e tem caras tirando a camisa, guerras por babás e outras coisas tão absurdas que tornam tudo engraçado.

Aonde estou: Temporada 3 Episódio 1 - cancelada (no momento toda temporada última também estou enrolando alguns por alguns meses, seis meses para ser mais exata, porque eu não quero que acabe!).


Espero que tenham gostado.