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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

La La Land, aos sonhadores.


Eu sou completamente viciada em cinema, assisto qualquer coisa e quando La La Land surgiu com toda a critica aos seus pés, com Ryan Gosling e Emma Stones nos papeis principais sai correndo pro cinema e o que eu vi foi além das minhas expectativas. Eu li em algum lugar que La La Land é um tributo aos sonhadores e eu não poderia achar uma definição melhor. 

Assim que o filme começa com um número musical em um engarrafamento já se pode sentir a que Damien Chazelle veio, ao fim dessa cena Mia e Sebastian, nossos protagonistas, nos são apresentados, Mia é uma aspirante a atriz e Sebastian um pianista que quer salvar o jazz. Eles não tem um bom primeiro encontro, nem segundo, mas no terceiro as coisas começam a melhorar. No decorrer do filme a relação dos dois se desenvolve e ficam cada vez mais perto de realizar seus sonhos, a cada cena fica mais difícil não torcer por esses dois.




Uma das partes mais importantes do filme é a trilha sonora, uma vez que o filme é um musical, acredite ao menos uma música ficara na sua cabeça. No meu caso na segunda vez que fui ao cinema assistir ao filme já cantarolava a trilha sonora completa. No filme existem mais de uma cena onde o piano é quase uma personagem e por incrível que pareça Ryan não possui duble em nenhuma cena que parece tocando piano, o que é surpreendente levando em conta que ele aprendeu a tocar para o filme.





Com a grandiosa Los Angeles de fundo nossos protagonistas nos mostram que sonhar não é uma tarefa fácil, mas que se houver obstinação nada é impossível e isso é algo que todos devemos levar para a vida, não é? Afinal somos todos sonhadores.  





Damien Chazelle  também escreveu Whiplash, filme esse que esteve presente em boa parte da temporada de prêmios no ano de seu lançamentoHá rumores que La La Land estava pronto antes de Whiplash, porém ninguém queria produzi-lo sem alguma alteração, então Chazelle decidiu engavetar o roteiro e sou grata por isso, imagina se o Sebastian fosse um aspirante a astro do rock, ou tudo se passasse e Nova York?




Enfim, se já assistiu o filme me conta o que achou e se ainda não assistiu corre que ainda dá tempo (eu acho). Abaixo todas as músicas da trilha sonora, porque ela merece ser enaltecida. 




Espero que tenham gostado. Beijos de luz.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

[Resenha] À Procura de Audrey.




Esse livro que eu comprei basicamente pela fonte usada (sim eu dou muita importância pra fonte), mas quando eu o peguei para ler mês passado, eu percebi mais uma vez que a minha obsessão por fontes nunca que decepciona.

  • Título: À Procura de Audrey
  • Autor: Sophie Kinsella
  • Editora: Galera
  • Número de páginas: 334
  • Nota: quatro estrelas e meia




Sinopse: Temos como personagem principal Audrey, uma menina que passa seus dias em casa, sempre na companhia do seu par de óculos escuros. De início não sabemos o que aconteceu com ela, mas sabemos que algo de muito traumático aconteceu com ela, fazendo com que ela não consiga fazer contato visual com outras pessoas além do seu irmão caçula e entrar em pânico sempre que alguém que não seja da sua família ou sua psicóloga se aproxime dela, mas as coisas começam a clarear quando Linus, amigo do irmão mais velho dela, começa a frequentar a casa dela e se aproximar da mesma e a ajudando a superar.



Minha opinião:
 No primeiro momento eu achei a história bem genética, quero dizer, a história de uma menina que sofreu um grande trauma e vem tentando superar-lo, mas aos poucos ele foi se diferenciando dos outros e mostrando o algo a mais, o como é difícil lidar com os nossos gráficos, como é impossível viver apenas em uma "montanha russa que vai apenas para cima", como Gus diz em A Culpa é das Estrelas, para quem sofreu algum trauma como a protagonista Audrey, ou mesmo quem não sofreu. 









Espero que tenham gostado da resenha e quem ainda não leu o livro, eu super recomendo.

Beijos de luz.




quarta-feira, 11 de novembro de 2015

[Resenha] A Garota Americana.



Preciso confessar basicamente comprei esse livro apenas porque é escrito pela Meg (corações infinitos), mas a historia é ótima, a minha leitura fluiu tão bem que do nada o livro tinha acabado.
  • Título: A Garota Americana 
  • Autor:A Meg Cabot
  • Editora: Record
  • Número de páginas: 288
  • Nota: quatro estrelas 

Sinopse: O livro traz como protagonista Sam, uma adolescente como qualquer outra, que cursa o primeiro ano do ensino médio, filha do meio de três irmãs, a mais velha é líder de torcida e superpopular, a mais nova é um prodígio, e ela tem uma paixão platônica, tem que lidar com garotas que fazem o estilo Regina George e todas as inquietações de ser adolescente, mas se você analisar melhor ela não e tão comum assim, ela é ruiva, tingiu todas as roupas do seu armário de preto para simbolizar o seu luto pela situação atual do mundo, ela é uma artista plástica e salvou a vida do presidente dos Estados Unidos, e isso muda toda a vida dela em um piscar de olhos.




Minha opinião: Eu imediatamente me identifiquei pela Sam, completamente, primeiro ela é cheia de frescura para comer, assim como eu, o amor platônico dela, também seria meu amor platônico, se bem que as circunstancias ali são meio estranhas... (estou tentando deixar sem spoilers), tem sua cantora favorita que é sua inspiração na vida, tem suas listas de dez coisas e ela se sente um pouco oprimida pela escola entre outras coisas, e quando eu notei eu era a Sam. Não literalmente, mas eu estava tão dentro do livro, que eu era a Sam. Houveram momentos em que eu não fiquei um pouco irritada, e alguns diálogos que eu achei desnecessários, mas no geral a essência do livro é boa, não é o tipo de livro que vai ganhar o Novel de literatura, mas e um bom livro. Alem de tudo esse livro me fez lembrar do porque eu amo tanto a Meg.


As fotos são da minha amiga Mariana Machado do blog Pretendíamos Ser Normais, porque o meu exemplar é vira-vira e as fotos não ficariam tão legais. Enfim, espero que tenham gostado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Jumpers for Goalposts.




Esse ano o Edinho realizou um feito e tanto, lotou, não uma, não duas, mas três noites na lendária arena Wembley, sonho de qualquer cantar inglês e ate de alguns gringos. Ele foi o primeiro cantor a se apresentar sozinho, sem banda, nem nada. Eu fiquei imensamente contente e orgulhosa desse ruivinho, mas só Deus sabe como eu adoraria estar lá, em qualquer uma dessas três noites. E graças a genialidade do menino Ed eu meio que pude sentir a emoção de estar lá, com o documentário Jumpers for Goalposts produzido por ele, que eu, obviamente corri pra assistir.

O documentário começa com o Ed pequeno (foi impossível para mim não lembrar do Montage of Heck, que começava de uma maneira parecida, que também teve resenha aqui.) em vídeos caseiros, até a sua adolescência, até que mostrou um vídeo bem famoso dele quando devia ter uns 14 anos em uma praça, tocando violão confesso que nesse momento comecei a chorar, depois temos a equipe dele falando sobre ele e o Edinho aparece em sua cama acordando no dia em que faria o primeiro show na arena, com o radio anunciado o que aconteceria naquela noite, depois temos gatos, e o Ed de camiseta branca (ok, eu sei que isso é meio desnecessário, mas eu amo tanto o Ed de branco!). Isso se repetiu mais duas vezes durante o filme, pois o filme o mostrou acordando nos três dias em que ele tocaria na arena.


O filme conta com muitos depoimentos tanto de fãs como de pessoas que fazem parte da equipe dele e de cantores renomados como Sir Elton John que por acaso cantou com ele também, e não poupou elogios ao nosso ruivinho, eles cantaram aquela música do filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo” que todo mundo já ouviu pelo menos uma vez na vida.
A primeira música que ele cantou ou pelo menos que você mostrado no filme foi One, e eu comecei a cantar na sala de cinema. Ele cantou vários sucessos tanto no Multiply quanto de Plus, amo todas as musicas dele, mas fiquei um pouquinho triste porque ele não cantou Give me Love que é a minha favorita da vida toda.
Uma coisa que eu achei muito legal no documentário e que em vários momentos cortavam para o público e víamos fãs loucas, gritando, chorando, casais abraçados e muitos, muitos pedidos de casamento. A cada música eu tentava adivinha qual seria a próxima assim como eu faço shows e isso é maravilhoso porque eu realmente me senti como se tivesse lá, mesmo que eu não estivesse apertada como eles.[risos] Enfim eu amei o documentário, espero muito que saia em DVD porque eu quero muito comprar e se não sair em DVD eu acho que eu terei que baixar ilegalmente (brincadeira, não me prendam policiais federais.)


E por fim houve um momento em que Ed fala que isso tinha sido o pedido dele e seu ultimo aniversario, tocar em Wembley, e foi muito lindo, não no sentido estético, mas no sentido emocional da coisa, foi lindo de ver a expressão dele ao dizer e isso. 

Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

[Resenha] Apenas um dia.




Esse é o terceiro livro da Gayle e que leio, e ao contrario de muitas pessoas eu gostei. Então por recomendação de uma amiga comprei  o livro, demorei um pouco pra ler porque larguei ele por alguns dias, mas acabei voltando para ele, e não me arrependi.

  • Título: Apenas um dia
  • Autor:  Gayle Forman
  • Editora: Novo Conceito
  • Número de páginas: 382
  • Nota: três estrelas e meia.




Sinopse: O livro começa com uma jovem, Allyson, viajando pela Europa após seu ultimo ano escolar, porem na Inglaterra enquanto espera para assistir uma peça de Shakespeare ela conhece Willen que a convida para assistir uma peça em que esta atuando, e adivinhem quem é o autor da peça. Shakespeare, ele se mantém muito presente no livro todo, como se fosse um dos próprios personagens. Allyson vai assistir à peça e se encanta por Willen, mas volta para o hotel sem trocar nem ao menos uma palavra com o rapaz, porem no dia seguinte no trem que pega  para passar seu ultimo dia na Europa em Londres encontra Willen novamente e após confessar que Paris fora contada de seu roteiro, mas que desejava ir a cidade ele a convida para passar um dia na capital francesa ao seu lado. Mesmo com todos os alertas em sua cabeça Allyson aceita e coisas incríveis acontecem nesse dia, mas amanhece e tudo desaparece e o sonho se transforma em algo muito próximo de um pesadelo.

Há uma passagem de tempo (uma ano), Allyson volta para casa, ingressa na faculdade de medicina, mas aquele dia continua povoando seus pensamentos, mesmo que ela faça tudo para esquecer. Isola-se em seu quarto no dormitório e se recusa a atender ao telefone, suas notas despencam. Até que em dia após conversar com uma orientadora da faculdade ela decide entrar em uma aula dedicada a Shakespeare e começa a se abrir e perceber que talvez aquele dia tenha sido sim um sonho e com a ajuda de alguns amigos descobre que talvez ela devesse voltar a cidade luz.





Minha opinião: Eu gostei do livro, o desfecho dele foi bem escolhido, com aquele gostinho de “quero a continuação” (que já foi publicada), porém eu odiei o meio, foi nesse ponto que eu o larguei, ele trouxe uma áurea de depressão terrível e ficava se arrastado, arrastando... No fim deu tudo certo a trama voltou a me cativar. Os grandes responsáveis para a trama de me cativar novamente foram os personagens secundários, que são muitos! Não que os protagonistas sejam rasos ou algo do tipo, mas o enredo me deu a impressão que se só houvesse os personagens principais  o livro seria um marasmo sem fim.


Espero que tenham gostado.